Adriano Gonçalves: “Não seja um fotógrafo ‘cover’”

Na fotografia de casamento, Adriano Gonçalves é um cara “cult”. Seus ensaios de noivas com linguagem de moda e fino trato na iluminação são admirados e garantem ao fotógrafo clientes novos em todo o território nacional. Admiração que aumenta na medida em que se conhece um pouco da história desse brasiliense de 33 anos de idade.

Criado no interior do Tocantins, Adriano cresceu numa família humilde. Com os irmãos, vendeu picolé, ajudou o pai na roça e trabalhou de gari. Aos dezoito anos, retornou à Brasília onde nasceu, prestou serviço militar e, após isso, no mesmo dia em que deu baixa, agarrou um emprego como auxiliar de laboratório.

Foto: Adriano Gonçalves

Foto: Kiko Coelho
Adriano Gonçalves: “Cheguei a esse estilo priorizando o uso da luz e dosando a sombra” (foto: Kiko Coelho)

O emprego foi sua grande oportunidade e ele não desperdiçou. De auxiliar, passou a laboratorista, depois a auxiliar de fotógrafo e, enfim, fotógrafo. “Apesar de alguns momentos difíceis, vivi o melhor de cada degrau que a vida me ofereceu, procurando ser o melhor em todos”, garante o obstinado profissional.

Baseado na capital federal, Adriano cobre casamentos e ministra workshops – mas esta atividade ele planeja abandonar. Estúdio, não possui, recebe seus clientes em uma sala comercial. Mas corre o Brasil e faz, em média, oito casamentos ao mês. Seu estúdio mesmo é qualquer lugar que ofereça um belo pôr-do-sol.

Quanto ao seu estilo, Adriano Gonçalves não oferece nenhuma formulação intrincada para explicar. Na verdade, se define com modéstia um fotógrafo tradicional, que usa “a técnica mais arcaica da fotografia”: “Cheguei a esse estilo priorizando o uso da luz e dosando a sombra”, garante. “Fotografo da mesma maneira que se fotografava há dez anos, com ISOs baixos, de 50 a 400, e flashes”, especifica.

Como alguém que construiu uma reputação no concorrido mercado da fotografia social, Adriano tem algo a dizer a quem está começando. E o conselho é ser persistente: “Estude luz e cores incansavelmente. Seja técnico. Busque o conhecimento sem parar. Não sejam fotógrafos cover. Não copiem. Filtrem o melhor de cada profissional e criem uma linguagem, que é muito mais importante que o equipamento”.

Veja abaixo uma galeria de fotos de Adriano Gonçalves:

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Criado no interior do Tocantins, Adriano cresceu numa família humilde. Com os irmãos, vendeu picolé, ajudou o pai na roça e trabalhou de gari. Aos dezoito anos, retornou à Brasília onde nasceu, prestou serviço militar e, após isso, no mesmo dia em que deu baixa, agarrou um emprego como auxiliar de laboratório.

Foto: Adriano Gonçalves

Foto: Kiko Coelho
Adriano Gonçalves: “Cheguei a esse estilo priorizando o uso da luz e dosando a sombra” (foto: Kiko Coelho)

O emprego foi sua grande oportunidade e ele não desperdiçou. De auxiliar, passou a laboratorista, depois a auxiliar de fotógrafo e, enfim, fotógrafo. “Apesar de alguns momentos difíceis, vivi o melhor de cada degrau que a vida me ofereceu, procurando ser o melhor em todos”, garante o obstinado profissional.

Baseado na capital federal, Adriano cobre casamentos e ministra workshops – mas esta atividade ele planeja abandonar. Estúdio, não possui, recebe seus clientes em uma sala comercial. Mas corre o Brasil e faz, em média, oito casamentos ao mês. Seu estúdio mesmo é qualquer lugar que ofereça um belo pôr-do-sol.

Quanto ao seu estilo, Adriano Gonçalves não oferece nenhuma formulação intrincada para explicar. Na verdade, se define com modéstia um fotógrafo tradicional, que usa “a técnica mais arcaica da fotografia”: “Cheguei a esse estilo priorizando o uso da luz e dosando a sombra”, garante. “Fotografo da mesma maneira que se fotografava há dez anos, com ISOs baixos, de 50 a 400, e flashes”, especifica.

Como alguém que construiu uma reputação no concorrido mercado da fotografia social, Adriano tem algo a dizer a quem está começando. E o conselho é ser persistente: “Estude luz e cores incansavelmente. Seja técnico. Busque o conhecimento sem parar. Não sejam fotógrafos cover. Não copiem. Filtrem o melhor de cada profissional e criem uma linguagem, que é muito mais importante que o equipamento”.

Veja abaixo uma galeria de fotos de Adriano Gonçalves:

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