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Exclusivo! Fotógrafo brasileiro mostra os bastidores de como fotografar um jogo na Copa do Mundo

O fotógrafo brasileiro Rodrigo Villalba está cobrindo a sua terceira Copa do Mundo. Depois de fotografar a Copa no Brasil, em 2014, e na Rússia, em 2018, agora Rodrigo está no Catar numa verdadeira maratona à beira do campo. E com muita generosidade, ele gravou um vídeo mostrando todos os bastidores de um fotógrafo na Copa do Mundo, desde a chegada ao Centro de Imprensa, entrada no gramado, posicionamento à beira do campo, os equipamentos usados, etc. Através do vídeo você sentirá a emoção de um fotógrafo na cobertura da Copa do Mundo.

Rodrigo gravou o vídeo no último sábado durante a partida entre Portugal e Marrocos, válida pelas quartas-de-finais da Copa do Mundo. Além de assistir o vídeo, o Rodrigo continua no Catar cobrindo todas as partidas. Então, siga ele no seu perfil no Instagram no @rodrigo.villalba.fotografia. O vídeo está na vertical porque foi gravado inicialmente para colocarmos nos Stories do perfil da iPhoto no Instagram. Se preferir ver nesse formato, acesse nosso Insta e vá no Destaque Copa2022.

Foto durante Copa do Mundo virou símbolo da união entre os povos

Autodidata em fotografia e especialista em Fotojornalismo Esportivo, Rodrigo Villalba é fotojornalista desde 2009. É registrado e credenciado junto à FIFA. Em 2018 na Copa da Rússia capturou uma das fotos mais marcantes do mundial. Durante uma partida entre Senegal e Polônia, válida pela primeira rodada da Copa do Mundo, Rodrigo registrou uma foto que se tornou símbolo da união entre povos e raças.

fotógrafo brasileiro Rodrigo Villalba

A imagem que mostra o braço do senegalês Sadio Mané se encontrando com o do brasileiro naturalizado polonês Thiago Cionek, em um forte aperto de mão, é o resultado de uma ideia que surgiu logo na entrada dos jogadores em campo.

fotógrafo brasileiro Rodrigo Villalba
Foto: Rodrigo Villalba

“Me chamou atenção essa diferença gritante no tom da pele, os poloneses muito brancos e os senegaleses muito negros. Pensei que só a Copa do Mundo pode unir esses dois povos tão distantes, com culturas, línguas e costumes tão diferentes”, disse em entrevista ao Uol Esporte.

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