Uma campanha fotográfica da NZ Transport Agency (NZTA) da Nova Zelândia, mostram pessoas após o acidente de carro, com a marca do cinto de segurança no corpo como símbolo de honra e vitória. A mensagem do projeto ‘Belt Up Live On’ é clara, a busca pela conscientização do uso de cinto de segurança. Acidentes de trânsito são assunto sério no mundo inteiro, principalmente no Brasil.

Kahutia Foster
Dados da Organização Mundial da Saúde (OMS) mostram que acidentes de trânsito matam 1,25 milhão de pessoas por ano no mundo, sendo 93% das mortes em países que estão em desenvolvimento, como o Brasil. Entre 2011 e 2016 houve uma redução de 15% nos acidentes de trânsito no país, a previsão é de 33 mil mortes até 2020, sendo a meta 31 mil mortes. Um número alto quando se trata de seres humanos. As estradas federais do Paraná já contabilizaram 32% a menos de mortes em relação ao ano passado.

Dion Perry
Entre os principais fatores estão a falta de atenção com 29,5%, velocidade incompatível com a permitida com 16,1% como as principais causas de mortes em estradas. A colisão frontal sendo o acidente que mais levou ao óbito com 30,5%.

Dan Mason
Nas fotografias os ferimentos foram recriados com maquiagem, mas os acidentes realmente aconteceram com cada um dos protagonistas. Em conjunto com a agência de marketing Clemenger BBDO, a NZTA realizou uma pesquisa onde mostra que o cinto de segurança é visto como algo para crianças e idosos. Uma ideia que deve ser mudada no mundo inteiro.

Rick Haira

Dylan Chirnside

Willy Carberry

James Mcdonald

Will Giles

James Liberona-Feek

Liam Bethell
Fonte: Portal do Transito / Belt Up Live On
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