O “sertão profundo” dos casebres de taipa e da luz de velas, do povo humilde e apegado à fé, é o tema das fotografias de Noilton Pereira, 45, um radialista que há seis meses registra “o cotidiano desse povo sofredor”.
Natural de Ruy Barbosa, no interior da Bahia, Noilton tem no próprio quintal de casa a matéria do seu trabalho. “É uma cidade com 32 mil habitantes e uma deliciosa carne de sol”, descreve. Ele começou a fotografar há apenas um ano, aprendendo por conta própria, e se considera amador. Suas imagens, porém, apresentam uma expressividade que as afastam do registro banal.
“A diversidade cultural do meu sertão é infinita”, afirma o baiano, que há 30 anos trabalha como radialista e há seis pesquisa os costumes e tradições dos nordestinos. A fotografia é encarada como uma “terapia ocupacional”. Em sua página no Facebook é possível ver um pouco mais do resultado dessa opção.







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