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Oleg Oprisco: equipamento não importa

congresso de fotografia

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O fotógrafo ucraniano Oleg Oprisco, de 23 anos, prova que não é necessário equipamento de última geração para fazer uma boa fotografia. Com poucos recursos financeiros, muito detalhamento e criatividade, Oprisco cria imagens quase perfeitas. O fotógrafo usa uma câmera analógica Kiev 6c de médio formato, da época da União Soviética, que custa só R$ 219 reais (mais barata que a TekPix), mas compõe suas fotos cuidadosamente.

O local da foto e a iluminação são escolhidos minuciosamente para o ucraniano obter o resultado esperado: “Eu amo a liberdade. Gosto da habilidade de parar o tempo e criar a minha própria versão da realidade”, disse Oprisco em entrevista ao 500px.

Sua fotografia conceitual mistura surrealismo e fantasia. Cada fotografia leva de dois a três dias de preparação e tem inspirado muitos fotógrafos a tentar capturar o mesmo efeito mágico. “Eu uso filme de médio formato, é um sistema diferenciado. Eu trabalho cuidadosamente em cada foto. Você pressiona o botão do obturador, mas não sabe o que acontece. Aí que acontece a mágica de verdade”.

Veja algumas de suas belíssimas fotografias:

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Fonte: Criatives.

Sobre o autor

Suelen Figueiredo

Jornalista do iPhotoChannel. Contato: jornalismo@iphotoeditora.com.br

11 comentários

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  • A maquina é antiga mas não quer dizer que não tenha qualidade… pq não colocaram a lente que ele utilizou…. quero ver fazer uma foto igual a essas com esses desfoques com uma TEK PIX como fala a reportagem

  • Importa, sim!
    Me perdoe o Oleg, mas, dependendo do grau de exigência de cada fotógrafo, a qualidade do equipamento é fundamental.
    É óbvio que, sem um olhar técnico e criativo, o equipamento, por si, não produzirá uma grande fotografia.
    Enfim, nada é mais frustrante do que uma boa ideia cheia de ruído, aberração cromática e falta de definição.
    Para os saudosistas analógicos e insistentes, uma mensagem: O mundo evoluiu.

  • Cada um faz e usa o que quiser. Pior que ruido em uma imagem ou aberração cromática é uma imagem vazia sem propósito. A estética pela estética, o efeito pelo efeito, equipamento, raw, mac, etcetc. O maior festival de fotografia artística é feito em umas das cidades mais antigas do Brasil ( Paraty – RJ). Cada um faz o que quer , usa o que quer, mas sempre lembre de saber pra que…. Grandes obras fotográficas estão a anos dando o que falar seja ela desfocada tremida analógica ( Kappa) ou mega giga foto em grande formato. Sejamos livres, pois só almas livres e criativas criam grandes coisas na vida, sejamos felizes com o equipamento que temos, mas grandes obras surgiram da dor né…. difícil né, cada um faz o que quer.Abraços

  • tira uma foto em uma festa de casamento no breu total somente com a iluminação do djs

    kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk quero ver se não importa

  • Importa com certeza!
    As câmeras analógicas antigas, dependendo do modelo, ainda conseguem, muitas vezes, superar as digitais de hoje em dia quando se fala de qualidade.
    Seria impossível conseguir imagens assim usando a tekpix, que foi falada no texto. As câmeras de hoje são limitadas pelo tamanho do sensor. Diferente das analógicas, que possuiam um sensor cheio.
    De fato é fácil encontrar uma analógica profissional por um preço bem em conta.
    Eu mesmo prefiro o bom e velho negativo. Só uso a digital pela praticidade, porém a diferença, muitas vezes, é enorme.

  • Isto sim é ser original. Quando se vende fotos, não se questiona qual equipamento foi usado. Pincéis de crina de cavalo ou pelo de marta (mais caros)pintam quadros de igual valor. Ainda uso duas ZENIT’S 122, NIKON F 50 e uma réplica da LEICA da década de 60. Tenho também duas NIKON’S D90. Trabalho com eventos e a maioria das pessoas acham o máximo esta mistura de equipamentos. A cabeça criativa ainda continua sendo o melhor equipamento.

  • Meu caro e ingênuo Rogério. É claro q tem jeito. Acho q vc estudou pouco.
    Vc deve ser daqueles que colocam no contrato q seu equipamento é de última geração. Volte a papirar…

  • Tudo é possível. Tenho duas ZENIT’S 122, uma NIKON F50 e uma LEICA da década de 60, todas analógicas. Completo com duas NIKON’S D90. Trabalho com eventos. As pessoas acham o máximo esta mistura de equipamentos e com isto conquisto sempre novos clientes. Não faz diferença. Eles querem é foto.















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